"um dia a minha vida vira um livro" (frases nicola)
adoro todas aquelas frases que aparecem nos pacotinhos de açucar da nicola. e porquê? porque há frases que fazem tanto sentido sem muitas vezes estarmos à espera..
no outro dia a frase que me calhou quando fui beber café foi esta: "um dia a minha vida vira um livro", mais uma para juntar à colecção dos tantos pacotes de açucar que já tenho amontoados mas este fez-me pensar...
todos os dias me cruzo com diferentes pessoas, quando vou para a faculdade, nos transportes públicos e por vezes até é divertido tentar "adivinhar" o que as pessoas pensam ou que tipo de vida levam. por vezes dou por mim a imaginar histórias de vida para diferentes pessoas, a criar planos de vida e acções.. é realmente engraçado lol.
e vocês perguntam... "Mas o que é que isso tem a ver com a frase do pacote de açúcar?", pois tem tudo a ver... já imaginaram quantos milhares de milhões de livros não exisitiriam se cada um de nós decidisse escrever a história da sua vida num livro? não há duas vidas iguais, é óbvio porque também não há duas pessoas iguais o que automaticamente valida a hipótese de existirem tantas vidas que dão histórias tão perfeitas quanto as imaginadas pelos escritores e argumentistas!
o próximo passo? um dia a minha vida vira um filme...
domingo, 31 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Ideal do Caminheiro (:
"Caminheiro,
Já caminhaste com um calhau na mochila,
Sabes que a vara não é só um conjunto de porcos,
Em casa dormes num saco-cama,
Estás farto de ser um puto com responsabilidades,
Não sais de casa sem uma carta topográfica,
Sabes que azimute não é uma marca de azeite,
Em pleno inverno vestes calções, ou saia
Achas que liderança é x^2,
Já encontraste um Homem Novo de barba branca,
Trocas um guarda-chuva por um impermiável,
Tens vários tipos de álcool para desinfectar uma ferida,
Metes a tua casa numa mochila,
Passas as noites a olhar para um monte de brasas,
É seres diferente."
"ter orgulho no meu lenço, espalhar aos sete mares que ser CAMINHEIRO é o que está a dar!"
Já caminhaste com um calhau na mochila,
Sabes que a vara não é só um conjunto de porcos,
Em casa dormes num saco-cama,
Estás farto de ser um puto com responsabilidades,
Não sais de casa sem uma carta topográfica,
Sabes que azimute não é uma marca de azeite,
Em pleno inverno vestes calções, ou saia
Achas que liderança é x^2,
Já encontraste um Homem Novo de barba branca,
Trocas um guarda-chuva por um impermiável,
Tens vários tipos de álcool para desinfectar uma ferida,
Metes a tua casa numa mochila,
Passas as noites a olhar para um monte de brasas,
É seres diferente."
"ter orgulho no meu lenço, espalhar aos sete mares que ser CAMINHEIRO é o que está a dar!"
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
nostalgia do ser.
Sentiu-se nostálgica, como que se este tempo todo estivesse a viver num mundo à parte e a realidade viesse que nem um balde de água fria. E como era estranho sentir-se assim…
Talvez andasse a ignorar o óbvio, talvez fosse essa a sua forma de camuflagem, mas aquele dia abrira-lhe os olhos e fê-la pensar na maneira como exprimia o que sentia. Nunca tinha pensado no assunto, provavelmente nunca fizera grande diferença mas agora fazia sentido o porquê. Estava habituada a uma outra realidade, a um outro plano, a uma outra visão. O seu jogo era outro mas hoje tomara consciência de que tinha mudado de jogo e os jogadores já não eram os mesmos, a sua postura já não se adequava a estas novas regras.
Infelizmente, quando se apercebeu já fora tarde de mais… O jogo já tinha acabado embora nunca se tivesse apercebido de que era real. Mas era mesmo assim, apesar de não ser a forma mais fácil de lidar com a situação, o melhor seria mesmo aprender com a perda deste jogo, afinal sabia que não podia ganhar sempre mas sentiu aquilo como se fosse a primeira vez.
Sentara-se naquele canto ouvindo as gotas da chuva baterem no vidro, aos poucos ia percebendo que não era aquilo que queria e construía um sentimento de desprezo por si tendo consciência de que fora por sua culpa que chegara aquela situação.
Não era fácil ter de lidar com isto, no entanto sempre fora a primeira pessoa a dizer que se deve aprender com os próprios erros. E ali, naquele canto, onde o tempo parecera congelar, prometera a si mesmo que não iria deixar cair uma única lágrima porque afinal todos os segundos perdidos não foram em vão, tirara dali uma grande lição: não se deve desperdiçar aquilo que se tem mas sim aproveitar cada minuto e dar valor quando ainda se têm. Um dia, pode ser tarde demais!
Talvez andasse a ignorar o óbvio, talvez fosse essa a sua forma de camuflagem, mas aquele dia abrira-lhe os olhos e fê-la pensar na maneira como exprimia o que sentia. Nunca tinha pensado no assunto, provavelmente nunca fizera grande diferença mas agora fazia sentido o porquê. Estava habituada a uma outra realidade, a um outro plano, a uma outra visão. O seu jogo era outro mas hoje tomara consciência de que tinha mudado de jogo e os jogadores já não eram os mesmos, a sua postura já não se adequava a estas novas regras.
Infelizmente, quando se apercebeu já fora tarde de mais… O jogo já tinha acabado embora nunca se tivesse apercebido de que era real. Mas era mesmo assim, apesar de não ser a forma mais fácil de lidar com a situação, o melhor seria mesmo aprender com a perda deste jogo, afinal sabia que não podia ganhar sempre mas sentiu aquilo como se fosse a primeira vez.
Sentara-se naquele canto ouvindo as gotas da chuva baterem no vidro, aos poucos ia percebendo que não era aquilo que queria e construía um sentimento de desprezo por si tendo consciência de que fora por sua culpa que chegara aquela situação.
Não era fácil ter de lidar com isto, no entanto sempre fora a primeira pessoa a dizer que se deve aprender com os próprios erros. E ali, naquele canto, onde o tempo parecera congelar, prometera a si mesmo que não iria deixar cair uma única lágrima porque afinal todos os segundos perdidos não foram em vão, tirara dali uma grande lição: não se deve desperdiçar aquilo que se tem mas sim aproveitar cada minuto e dar valor quando ainda se têm. Um dia, pode ser tarde demais!
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
remexer baús.
Ela sentiu um arrepio que congelava os seus pensamentos, que prendia os seus movimentos. Não queria acreditar que tudo tinha sido em vão, mas foi tão difícil ouvi-lo…
Chorou até não haver mais lágrimas, lidou com um misto de sentimentos que anteriormente nunca o fizera e perdeu parte de si.
Sentia a revolta, a tristeza, a desilusão, a mágoa, eram infinitos os sentimentos que tombavam de cima para baixo sem pudor.
Caiu mas levantou-se, quis acreditar no que não parecia óbvio, quis acreditar no que lhe ia doer bem menos e assim não demorou muito para que voltasse a cair.
Não havia lágrimas para chorar, não havia palavras para dizer, havia apenas a desilusão e a revolta…
Quis acreditar novamente em cada palavra, em cada mentira e em cada verdade, mas não era fácil. O medo tomou conta de si e não encontrava maneira de mudar isso!
Com a cabeça a 1000 à hora tentou perceber o que queria, mas o que queria parecia não indicar o melhor caminho, no entanto era mais difícil do que pensava ignorar o que sentia e o que queria.
Já tinha cometido esse mesmo erro uma vez e prometera a si mesma que não iria cometer a segunda, mas agora quando confrontada com a situação, não tinha a certeza de nada.
Não percebia se merecia, não entendia o porquê e não sabia o que fazer…
A única coisa em que conseguia pensar era o porquê de ser tão difícil ser feliz.
Se por um lado é a vontade de esquecer tudo e continuar, por outro lado é o medo da desilusão.
O ideal era acordar e perceber que tudo não teria passado de uma noite mal dormida, um pesadelo para esquecer…
p.s. guardei-o p'ra mim, mas agora faz sentido publicar para que percebas que eu passei por isto também apesar de tu nunca teres percebido o quão profundo foi. agora é a tua vez! quanto mais alto sobes, mais dolorosa é a queda. desculpa, mas a sinceridade faz todo o sentido.
obrigada RP
Chorou até não haver mais lágrimas, lidou com um misto de sentimentos que anteriormente nunca o fizera e perdeu parte de si.
Sentia a revolta, a tristeza, a desilusão, a mágoa, eram infinitos os sentimentos que tombavam de cima para baixo sem pudor.
Caiu mas levantou-se, quis acreditar no que não parecia óbvio, quis acreditar no que lhe ia doer bem menos e assim não demorou muito para que voltasse a cair.
Não havia lágrimas para chorar, não havia palavras para dizer, havia apenas a desilusão e a revolta…
Quis acreditar novamente em cada palavra, em cada mentira e em cada verdade, mas não era fácil. O medo tomou conta de si e não encontrava maneira de mudar isso!
Com a cabeça a 1000 à hora tentou perceber o que queria, mas o que queria parecia não indicar o melhor caminho, no entanto era mais difícil do que pensava ignorar o que sentia e o que queria.
Já tinha cometido esse mesmo erro uma vez e prometera a si mesma que não iria cometer a segunda, mas agora quando confrontada com a situação, não tinha a certeza de nada.
Não percebia se merecia, não entendia o porquê e não sabia o que fazer…
A única coisa em que conseguia pensar era o porquê de ser tão difícil ser feliz.
Se por um lado é a vontade de esquecer tudo e continuar, por outro lado é o medo da desilusão.
O ideal era acordar e perceber que tudo não teria passado de uma noite mal dormida, um pesadelo para esquecer…
p.s. guardei-o p'ra mim, mas agora faz sentido publicar para que percebas que eu passei por isto também apesar de tu nunca teres percebido o quão profundo foi. agora é a tua vez! quanto mais alto sobes, mais dolorosa é a queda. desculpa, mas a sinceridade faz todo o sentido.
obrigada RP
domingo, 6 de dezembro de 2009
when my world is falling down.
I'm waiting for the world to change, because I can’t support it anymore
I feel like a stranger in my own city as if no one saw me
Nobody can help me, nobody can feel me, nobody can wipe my tears
I guess nobody knows who I really am, or they pretend don’t know
But I never give up raising my voice and make them believe in me
If they can be someone why cannot I be too?
If they can do what they want to do, why can I do as well?
But one day they will see that I also belong to them world
even though only one girl who walks down the street alone.
They turned my world upside down pretending that I didn’t exist
But one day they will be alone too
Because I fight every day against them until they realize that I am someone
And when that day comes I will see they looking at me
and realize that we aren’t made of cloth and some of us feel pain.
And when my world change, I won’t be more than a girl walking alone on the street
and they will realize that all of us can be someone, if we don’t give up to trying.
I feel like a stranger in my own city as if no one saw me
Nobody can help me, nobody can feel me, nobody can wipe my tears
I guess nobody knows who I really am, or they pretend don’t know
But I never give up raising my voice and make them believe in me
If they can be someone why cannot I be too?
If they can do what they want to do, why can I do as well?
But one day they will see that I also belong to them world
even though only one girl who walks down the street alone.
They turned my world upside down pretending that I didn’t exist
But one day they will be alone too
Because I fight every day against them until they realize that I am someone
And when that day comes I will see they looking at me
and realize that we aren’t made of cloth and some of us feel pain.
And when my world change, I won’t be more than a girl walking alone on the street
and they will realize that all of us can be someone, if we don’t give up to trying.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
things.
You don’t know what you want, you don’t know where you go, you don’t know who you are. You don’t even know where you lost you; you just know that you can find yourself.
Then you become unrecognizable, doing things you never thought to do, say things you never thought to say, shows a part of you that you don’t know and when you look at yourself, you don’t know where you are, you only find questions when searching for answers.
But if it makes you happier, all we have moments like that. is not the end of the world but you seem so ... Not worth isolate yourself, or cry, or scream or pluck hair! Breathe easy and fight against you! That person you see in the mirror and look like you physically, is a character who is born in you when you are attacked by stress, nervousness, fear ... so is defending yourself!
Don’t despair ... one day the mask will fall and you will return to you, there playing with yourself and don’t let yourself be manipulated by these self strange that haunts you.
Then you become unrecognizable, doing things you never thought to do, say things you never thought to say, shows a part of you that you don’t know and when you look at yourself, you don’t know where you are, you only find questions when searching for answers.
But if it makes you happier, all we have moments like that. is not the end of the world but you seem so ... Not worth isolate yourself, or cry, or scream or pluck hair! Breathe easy and fight against you! That person you see in the mirror and look like you physically, is a character who is born in you when you are attacked by stress, nervousness, fear ... so is defending yourself!
Don’t despair ... one day the mask will fall and you will return to you, there playing with yourself and don’t let yourself be manipulated by these self strange that haunts you.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
à beira do abismo.
sentia-se confusa, com medo, insegura. sempre se sentiu, mas preferia ignorar esse sentimento e acreditar que estava tudo bem. era realmente boa a faze-lo, pintar um sol no ceu mesmo quando as nuvens insistiam em tapar o sol.
não tinha certeza de que tinha digerido tudo, mas quis acreditar que sim e pensou que talvez aquela fosse uma oportunidade de passar uma borracha no assunto, e adiou o assunto, ignorou. não se sentia arrependida de tê-lo feito, mas agora era bem mais dificil confrontar a realidade.
na verdade nunca tinha sido boa a gerir sentimentos, muito pelo contrario, era esse o seu ponto fraco. confratava-os sobrepondo-os com o oposto e na maioria das vezes saia vitoriosa para os outros mas... sofria em silêncio.
não gostava de lágrimas, muito menos torná-las públicas. sempre estivera para todos, mas não sentia necessidade, ou pelo menos vontade de admitir que era ela quem precisava de se sentar do outro lado.
tinha plena consciência que se a situação estava no ponto em que estava era somente porque assim o permitiu e isso ainda a deixava mais desesperada.
já vira o abismo vezes sem conta, mas sempre que estava de frente com ele, conseguia sempre dar a volta por cima, mas... qual seria o dia em que sairia derrotada?
eram batalhas que não gostava nada, mas que fazia acontecer constantemente... e isso comecara a prejudica-la, comecava a perceber que estava a um passo de perder tudo o que já teria conseguido alcançar.
chorar? não era solução. gritar? de pouco servia. bater o pé? não faria sentido. fugir? fora de questão. cruzar os braços? talvez fosse o mais fácil mas o mais inútil, admitiria a sua derrota.
decidiu que talvez precisasse apenas de pensar, de olhar para trás e reflectir. já lhe haviam dito que "o passado não se pode mudar mas pode-se reflectir", talvez fosse o melhor a fazer.
desejo que consiga esclarecer tudo e que a sua vida ganhe de novo um sentido. ninguém gosta do silêncio sofredor, ninguém gosta de ser confrontado com o abismo.
não tinha certeza de que tinha digerido tudo, mas quis acreditar que sim e pensou que talvez aquela fosse uma oportunidade de passar uma borracha no assunto, e adiou o assunto, ignorou. não se sentia arrependida de tê-lo feito, mas agora era bem mais dificil confrontar a realidade.
na verdade nunca tinha sido boa a gerir sentimentos, muito pelo contrario, era esse o seu ponto fraco. confratava-os sobrepondo-os com o oposto e na maioria das vezes saia vitoriosa para os outros mas... sofria em silêncio.
não gostava de lágrimas, muito menos torná-las públicas. sempre estivera para todos, mas não sentia necessidade, ou pelo menos vontade de admitir que era ela quem precisava de se sentar do outro lado.
tinha plena consciência que se a situação estava no ponto em que estava era somente porque assim o permitiu e isso ainda a deixava mais desesperada.
já vira o abismo vezes sem conta, mas sempre que estava de frente com ele, conseguia sempre dar a volta por cima, mas... qual seria o dia em que sairia derrotada?
eram batalhas que não gostava nada, mas que fazia acontecer constantemente... e isso comecara a prejudica-la, comecava a perceber que estava a um passo de perder tudo o que já teria conseguido alcançar.
chorar? não era solução. gritar? de pouco servia. bater o pé? não faria sentido. fugir? fora de questão. cruzar os braços? talvez fosse o mais fácil mas o mais inútil, admitiria a sua derrota.
decidiu que talvez precisasse apenas de pensar, de olhar para trás e reflectir. já lhe haviam dito que "o passado não se pode mudar mas pode-se reflectir", talvez fosse o melhor a fazer.
desejo que consiga esclarecer tudo e que a sua vida ganhe de novo um sentido. ninguém gosta do silêncio sofredor, ninguém gosta de ser confrontado com o abismo.
sábado, 14 de novembro de 2009
ser caranguejo.
"Perfil do Signo
O signo Caranguejo pertence ao elemento água.
É o signo do sonho, da ternura, imaginação e da boa memória que fixa e idealiza as recordações, acontecimentos e sentimentos do passado para se proteger contra as incertezas do futuro. No entanto, não é vingativo.
As pessoas deste signo são protectoras, sensíveis, intuitivas, receptivas e têm um acentuado instinto maternal.
São hospitaleiros, fiéis e gostam de ouvir os amigos e de os proteger, mesmo quando não pedem protecção. Dão extrema importância à família e aos amigos.
Nativos de Caranguejo não são ligados à razão ou lógica no que respeita a relações e são sempre motivados por sentimentos.
A casa, a segurança e o instinto são dos mais importantes alicerces para um nativo de Caranguejo.
Procura alguém que cuide dele, que o proteja. Uma separação é sempre traumatizante. Dificilmente rompe com o passado. Evita tudo o que é novo."
por vezes, arriscaria dizer que a maior parte das vezes, não damos importância a esta parvoíce que é os signos. Hoje quando por curiosidade pesquisei e li esta caracterização, vi-me a mim assim de forma transparente. Sou assim, os astros dizem e a verdade é que é mais do que certo tudo o que aqui ficou gravado.
Factos dificeis de explicar, dificeis de acreditar mas completamente verdadeiros.
Contra factos, não há argumentos.
O signo Caranguejo pertence ao elemento água.
É o signo do sonho, da ternura, imaginação e da boa memória que fixa e idealiza as recordações, acontecimentos e sentimentos do passado para se proteger contra as incertezas do futuro. No entanto, não é vingativo.
As pessoas deste signo são protectoras, sensíveis, intuitivas, receptivas e têm um acentuado instinto maternal.
São hospitaleiros, fiéis e gostam de ouvir os amigos e de os proteger, mesmo quando não pedem protecção. Dão extrema importância à família e aos amigos.
Nativos de Caranguejo não são ligados à razão ou lógica no que respeita a relações e são sempre motivados por sentimentos.
A casa, a segurança e o instinto são dos mais importantes alicerces para um nativo de Caranguejo.
Procura alguém que cuide dele, que o proteja. Uma separação é sempre traumatizante. Dificilmente rompe com o passado. Evita tudo o que é novo."
por vezes, arriscaria dizer que a maior parte das vezes, não damos importância a esta parvoíce que é os signos. Hoje quando por curiosidade pesquisei e li esta caracterização, vi-me a mim assim de forma transparente. Sou assim, os astros dizem e a verdade é que é mais do que certo tudo o que aqui ficou gravado.
Factos dificeis de explicar, dificeis de acreditar mas completamente verdadeiros.
Contra factos, não há argumentos.
domingo, 8 de novembro de 2009
razão de ser.
quem disse que era fácil? quem foi?
pois, eu também não sei quem terá sido, mas lhe garanto (a essa mesma pessoa) que não é nada fácil muito pelo contrário, é bastante dificil!
duvido até que a psicologia pudesse ajudar neste caso...
é óbvio que só não é facil porque as pessoas complicam, não sabem o que querem apesar de afirmarem a 100% que sim, errado! vivem assim, no engano, na mentira compulsiva, num mundo sem sentido.
depois de tudo isto, há as pessoas como eu que batem com a cabeça na parede milhares e milhares de vezes mas não desistem de perceber, ou pelo menos tentar.
o que acontece é que depois de tentarmos tudo e mais alguma coisa, os sinais, as palavras, os gestos, as acções, voltamos à estaca 0, SEMPRE! um dia parece uma coisa, no dia a seguir já pensamos completamente em contradição do que anteriormente nos tinha ocorrido! mas que complicação!
se às vezes se torna interessante esta descoberta e tentatica de interpretação do ser humano, por outro lado há dias em que se torna frustrante pois o nó não ata nem desta e torna-se completamente irritante!
é uma vara bifurcada, um caminho vai dar à solução, o outro vai dar à estaca 0.
pode ser divertido, mas acredita que passado um tempo a coisa pode deixar de ser divertida e ter consequências um tanto desanimadoras, diria até que te podem fazer estremecer...
no entanto, só vais saber quando um dia puseres à prova a tua capacidade de interpretar, de psico-analisar e de investigar! experimenta...
pois, eu também não sei quem terá sido, mas lhe garanto (a essa mesma pessoa) que não é nada fácil muito pelo contrário, é bastante dificil!
duvido até que a psicologia pudesse ajudar neste caso...
é óbvio que só não é facil porque as pessoas complicam, não sabem o que querem apesar de afirmarem a 100% que sim, errado! vivem assim, no engano, na mentira compulsiva, num mundo sem sentido.
depois de tudo isto, há as pessoas como eu que batem com a cabeça na parede milhares e milhares de vezes mas não desistem de perceber, ou pelo menos tentar.
o que acontece é que depois de tentarmos tudo e mais alguma coisa, os sinais, as palavras, os gestos, as acções, voltamos à estaca 0, SEMPRE! um dia parece uma coisa, no dia a seguir já pensamos completamente em contradição do que anteriormente nos tinha ocorrido! mas que complicação!
se às vezes se torna interessante esta descoberta e tentatica de interpretação do ser humano, por outro lado há dias em que se torna frustrante pois o nó não ata nem desta e torna-se completamente irritante!
é uma vara bifurcada, um caminho vai dar à solução, o outro vai dar à estaca 0.
pode ser divertido, mas acredita que passado um tempo a coisa pode deixar de ser divertida e ter consequências um tanto desanimadoras, diria até que te podem fazer estremecer...
no entanto, só vais saber quando um dia puseres à prova a tua capacidade de interpretar, de psico-analisar e de investigar! experimenta...
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